« Diz que o avô entrou no quarto, sentou-se na beira da cama e falou com ela. Disse-lhe que ela não devia ter medo, nem ficar triste, nem nada, porque ele estava bem. Ela diz que chorou e lhe pediu para ficar, mas que ele não parava de dizer que tinha de ir. E, por fim, lá foi. (...) Mas diz que, quando estava mais infeliz, sentia o cheiro do cachimbo do avô, como se ele ainda ali estivesse, a velar por ela. »
Sally Nicholls

(Tenho tantas saudades tuas, porra!...)